Quase nem nos decatamos do r?pido que avan?a o recorte dos direitos fundamentais. No ser?m de onte, pequenos grupos da?? Assembleia de Prec?rias?de Compostela situavam-se diante das lojas de Inditex na cidade: Bershka, Stradivarius, Zara Home…e repartiam um panfleto sat?rico contra a empresa de Amancio Ortega, onde um inqu?rito fict?cio perguntava ao consumidor os atropelos aos direitos que estava disposto a assumir para poder comprar em Inditex. A resposta nom demorou: quatro patrulhas da pol?cia espanhola cheg?rom para combater o ‘delito’.

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A irrup?om dos uniformados causou certo esc?ndalo social, j? que as e os activistas nom estavam a realizar um acto demasiado ruidoso. Apenas repartiam inqu?ritos de Inditex ?s portas das lojas, onde se denunciava o trabalho em prec?rio, a explora?om do terceiro mundo e o fomento de valores machistas atrav?s da moda.

As patrulhas da pol?cia espanhola ocup?rom mui ruidosamente a zona nova, chegando a se meter a grande velocidade pola costa da Cam?lia, perto da Pra?a Roxa. Como sempre, os agentes tinham dous objectivos claros: dissuadir qualquer protesto popular em chaves nom homolog?veis ao ‘politicamente correcto’; e inchar um bocado mais a sua base de dados com nomes e informa?ons pessoais de activistas juvenis. Da? que o seu interesse principal fora identificar todos e todas as participantes e pedir ‘que se disolveram’.

A situa?om, ao que parece, piora. Quase nada se permite, se quem o realiza nom tem o aval da pol?tica institucional e o sindicalismo homologado. Mas o alarmismo dos uniformados tamb?m demonstra que temem que se mova qualquer cousa fora da orquestra democr?ctica que tenhem tam bem montada.

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